Helinho abraça Eduardo Klafke, jogador mais jovem a entrar em quadra pelo Novo Basquete Brasil. Foto: Marcos Limonti
Depois de ver o Franca Basquete ser eliminado na série quartas de final do Novo Basquete Brasil (NBB) por 2 a 1 para o Minas, na última segunda-feira, o técnico Helinho destacou pontos positivos na temporada 2020/2021.
Além do tricampeonato paulista e de ter alcançado fases avançadas do NBB e da Champions League das Américas, o técnico ressaltou as chances dadas aos jovens do elenco.
Com uma média de idade no grupo de aproximadamente 22 anos e 9 meses, os francanos mesclaram atletas experientes, como Elinho, Jammal e André Góes – todos acima dos 30 anos –, e Gui Abreu, Adyel, Márcio e Edu Marília, promessas da base com 21 ou menos.
No plantel de 20 jogadores, somente o ala/pivô Lucas Dias, de 25, e o ala Danilo Fuzaro, 27, estão na faixa etária de 22 a 30 anos. Contudo, apesar da aparente falta de mais “meios-termos” entre juventude e experiência, Helinho aprovou o nível de competitividade do Franca na temporada.




