
As fortes chuvas que estão caindo em Franca nos últimos dias estão agravando ainda mais a situação da represa do Castelinho. O local recebe grande quantidade de resíduos e água que descem dos bairros da região, provocando um processo conhecido como assoreamento.
Segundo laudo de um engenheiro contratado pelo clube, a área poderá ser totalmente tomada por lama em um prazo de dois anos. Berçário de peixes, a região da lagoa do Castelinho também hospeda diversos tipos de aves e capivaras.
Por causa de sério risco ambiental, técnicos da prefeitura, CONDEMA (Conselho Municipal de Desenvolvimento Sustentável), SABESP e Polícia Ambiental realizaram uma vistoria no local. Eles percorreram toda a área e verificaram os estragos provocados pela água e lama que chegam. “A represa do Castelinho serve como um reservatório, mas agora está muito assoreada. É resultado da grande contribuição de material que desce dos novos empreendimentos que foram lançados aqui na região”, comentou Alex Henrique Veronez, presidente do CONDEMA.




