
Ufa acabou!!! Sqn!!! No último domingo a Câmara Federal decidiu, através do voto, pela abertura de processo de impeachment da Presidente da República. O Instituto Legal do Impeachment é expressamente previsto na Constituição Federal em seu artigo 85 e incisos, bem como regido pela Lei 1.079/50, sendo, portanto, legítimo procedimento para apuração de crimes de autoridades Executivas. Após a etapa já deflagrada, o processo seguirá para o Senado e caso anuída a abertura, dar-se-á início à instrução, ou seja, será aberta a oportunidade de defesa para a acusada, e poderão ser ouvidas testemunhas e juntadas novas provas até se chegar ao veredito final, semelhante ao que ocorre em qualquer processo comum.
Mas o que chama a atenção ao caso é a origem e toda a motivação para a abertura do procedimento. Muito além das “pedaladas” e da caótica crise econômica, há um fator completamente decisivo para o início do processo, o “salvar a pele”. E tudo nasce de um pequeno processo penal instaurado na 13ª. Vara Federal de Curitiba, que viria a mudar frontalmente o curso da História recente do Brasil.
A chamada Operação Lava Jato conseguiu o que parecia impossível no País atualmente: Unificou a classe política! Situacionistas e oposicionistas se uniram em prol de um objetivo comum, de não serem presos ou terem seus nomes citados no agora famoso e temido processo penal.




