
Passados pouco mais de 30 dias da crise do coronavírus, a condução caótica do presidente Jair Bolsonaro culminou na saída do ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta, acusado de transgredir as vontades do chefe.
O presidente tem, desde o início da crise, tentado sabotar as políticas estaduais de contenção da epidemia, alegando que o isolamento social provocará um caos econômico sobre o qual o governo federal terá que se responsabilizar.
Esses planos não encontram eco apenas entre aliados e militantes. “O grupo do Paulo Guedes tem feito um trabalho extraordinário, excepcional”, disse a CartaCapital o empresário Nabil Sahyoun, presidente da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop).




