Manter os alunos matriculados nas mesmas escolas vai demandar muita paciência das famílias
O início do período de matrículas para 2022 acompanha a ansiedade de pais e responsáveis com o tamanho dos reajustes aplicados pelas escolas.
E essa preocupação é compreensível, já que algumas escolas reajustaram suas mensalidades em índices acima da inflação oficial – que acaba de romper a barreira de dois dígitos em 12 meses e, por enquanto, não mostra sinais de arrefecimento.
Muitas escolas alegam não ter muita margem para reajustes menores, já que arcaram com custos acima do previsto para garantir as aulas virtuais e que, em alguns casos, até congelaram os reajustes no ano passado.
As faixas de custo, escalonadas de acordo com a série em que o aluno está matriculado, são as que mais assustam, já que registram aumentos de até 40%.




