Passaram-se quatro anos entre o dia em que o funcionário público Eduardo Furquim, 53 anos, decidiu parar de fumar e o momento em que ele largou definitivamente o cigarro. “O vício já estava bem impregnado. Eu conseguia diminuir a quantidade por dia, mas não conseguia parar”, disse.
Ele aponta que o grupo de apoio, junto com outros fumantes, que ele frequentou durante oito meses, na Freguesia do Ó, zona norte paulistana, foi fundamental para superar o tabagismo.
A doença mata 428 pessoas por dia no Brasil, segundo informações do Instituto Nacional do Câncer (Inca), órgão do Ministério da Saúde.
Furquim fez parte do Programa Municipal de Combate ao Tabagismo, ofertado em Unidades Básicas de Saúde (UBS) e Centros de Atenção Psicossocial (Caps), do Sistema Único de Saúde (SUS).




