O Termômetro do 64º Indicador de Atividade da Micro e Pequena Indústria de São Paulo, encomendado pelo Sindicato da Micro e Pequena Indústria (Simpi) ao Datafolha, aponta que no mês de junho a expectativa de crise intermediária ou aguda somam 67,6%. Em janeiro, a mesma expectativa era de 10,6%. O percentual elevado do mês de junho indica o ápice da crise enfrentada pelos dirigentes das MPI’s em 2018.
A probabilidade de crise aguda em junho foi de 4,9%, percentual elevado quando comparado aos meses anteriores. De janeiro para junho, a probabilidade de crise aguda aumentou exponencialmente: de 0,1% em janeiro para 2,0% em maio e 4,9% em junho.
Já a probabilidade de crise intermediária, em janeiro deste ano, era de 10,5%; cinco meses depois, em junho, a probabilidade de crise intermediária subiu para62,7%, um aumento de 597%. A possibilidade de crise leve ou dentro da normalidade despencou de 89,3% em janeiro para 32,4% em junho.
O Termômetro marcou 4,8 pontos em junho, o maior índice registrado neste ano. Em comparação ao mês de março, por exemplo, o número dobrou: de 2,4 para 4,8 pontos. O número elevado do mês de junho demonstra uma alta instabilidade nos negócios das MPI’s.




