Que outro título ou imagem poderia melhor
traduzir o caos instalado no país após os desastrados últimos anos? Lembro
páginas de autores eruditos, luminares, notáveis como: T. S. Eliot (já aqui
citado: “Terra Devastada¹”); Marcel Proust (1871-1922) (“Em busca do tempo
perdido”); John Milton (“Paraíso Perdido”, de 1667 – e “Paraíso
reconquistado”, de 1671).
Assiduamente, leio e acompanho pelos
principais jornais e revistas de alcance nacional o noticiário, os editoriais e
tudo o mais que se publica sobre o Brasil. Naturalmente nos espaços ocupados
sobre política e economia predominam a inevitável presença de temas como
corrupção, lavagem de dinheiro, concorrências fraudulentas, propinas… O
enxoval completo da podridão que governa a vida e o destino de todos nós.
E algo se destaca: a arrogante impostura
dirigida que motivou a crendice – em alucinação coletiva – de superioridade e
visão grandiosa do mais infeliz e incompetente dos desgovernos.
Os fatos aí estão. As mais qualificadas e
sérias organizações financeiras internacionais classificam o Brasil entre os
não merecedores de crédito (maus pagadores). Entre as nacionais a “Empíricus”
divulgou e explicou a notícia “Brasil tecnicamente quebrado”.




