O prefeito de São Paulo João Dória nos últimos dias tem abordado o tema do carro elétrico, defendendo que o futuro da mobilidade urbana é a eletrificação, descartando o etanol.
O Vice-Presidente da FAESP, Thyrso de Salles Meirelles pondera que este ponto de vista está incorreto e incompleto.
Ele esclarece que “no Estado de São Paulo, a atividade canavieira é uma das principais empregadoras/geradoras de trabalho, tanto no setor agrícola, como no conjunto das agroindústrias.”
Ele também afirma que “o setor sucroalcooleiro é responsável por gerar energia mais limpa em automóveis que usam o etanol na sua composição. No Brasil, a cana tem contribuição para a bioeletrecidade. Isso porque ela tem alto teor de fibras (especialmente com o bagaço). Esse resíduo é chamado de biomassa, e é usado em usinas como combustível para gerar energia e vapor. O Brasil teria condições de produzir, com cana-de-açúcar, energia equivalente à produzida pela usina de Itaipu”, acrescenta.




