No primeiro
trimestre de 2019, a taxa de subutilização da força de trabalho brasileira
chegou a 25%, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Isso significa que 28,3 milhões de brasileiros – população subutilizada – não
trabalharam ou trabalharam menos do que gostariam nesse período. Esse é o maior
patamar já registrado desde o início da série histórica da Pnad (Pesquisa
Nacional por Amostra de Domicílio) Contínua, iniciada em 2012. Neste contexto,
o Trabalho Temporário se destaca como alternativa para o alto nível de
desemprego e, consequentemente, na recuperação da economia brasileira.
Em
análise da movimentação de contratações de Trabalhadores Temporários em todo o
país, a Associação Brasileira do Trabalho Temporário (ASSERTTEM) apurou o
crescimento neste tipo de contrato em 2018, em comparação com 2017. A
consolidação dos dados mostra que o Trabalho Temporário tem puxado a retomada
das contratações formais.
Consolidado 2018
De
acordo com estudos realizados pela ASSERTEM, com base em dados fornecidos pela
Caixa Econômica Federal, em 2018, o Trabalho Temporário – protegido pela Lei
Federal 6019/74 – tirou da informalidade e do desemprego 1.279.990
trabalhadores, através da geração de vagas para atender à demanda complementar
de trabalho na indústria, comércio e serviços, como também para atender
substituição transitória de pessoal em período de férias ou de outros
afastamentos legais.




