A Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste) denunciou três marcas de repelente à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A decisão foi tomada após a realização de testes com 11 marcas.
Outras duas marcas apresentaram o mesmo problema. O Isdin Xtrem diz, na embalagem, que sua ação dura sete horas. Mas, durante os testes, esse tempo foi de apenas cinco horas e 15 minutos. Já o Exposis Extreme assegura uma proteção de até dez horas.
Segundo a Proteste, o tempo seria de nove horas. A versão infantil do Exposis também não cumpriu com as dez horas de proteção prometidas. Nos testes realizados pela associação, o repelente só agiu por oito horas.O problema mais grave encontrado pela Proteste foi nas informações apresentadas nos rótulos dos produtos.
Em boa parte dos casos, o tempo de proteção alegado pela marca não condiz com o verificado durante os testes. Um dos repelentes testados, o Baruel, garante em seu rótulo uma proteção cinco horas mais longa que a averiguada.




