O médico Ulisses Minicucci pode ser o novo chefe de Gabinete do prefeito Gilson de Souza, se depender apenas da decisão e da vontade do prefeito.
Amigo de longa data e homem de sua extrema confiança, Ulisses Minicucci só não será chefe de Gabinete se não quiser.
No caso do médico, os meios políticos dizem que é o único nome que pode escolher o cargo que quiser na estrutura comandada por Gilson de Souza.
Foi cotado para ser Secretário de Saúde, depois foi cotado para ser chefe de Gabinete, mas declinou dos dois convites por conta de suas atividades médicas e na Regional do Conselho de Medicina.
O prefeito está tratando o assunto com cuidado, mas Ulisses Minicucci é a prioridade zero do chefe do Executivo francano.
O prefeito Gilson de Souza sofre para ter um nome de sua extrema confiança na chefia de Gabinete.
O primeiro a ser colocado no cargo, ainda que sem a Portaria de nomeação, foi o juiz aposentado Luiz Pinheiro Sampaio, sobre quem o prefeito deposita a sua maior confiança.
Luiz Pinheiro tentou, mas não conseguiu conciliar suas atividades.
Gilson de Souza escolheu outro nome da sua confiança: Marcos Haber, que foi funcionário do seu gabinete na Assembleia Legislativa e com a ida de Gilson para um cargo do CDHU, tinha ficado comissionado na liderança do DEM na Assembleia estadual.
Nesse meio de tempo, Gilson de Souza conseguiu convencer um velho companheiro a assumir a chefia de Gabinete.
Foi quando assumiu Agostinho Ferreira Sobrinho, empresário calçadista de sucesso e que é próximo de Gilson há muitos anos, sendo seu interlocutor com os empresários calçadistas.
Agora, a semana começa com o pedido de demissão de Agostinho Ferreira Sobrinho, por questões pessoais.
O trabalho na Prefeitura estava prejudicando as suas atividades empresariais.
Ele já tinha avisado Gilson de Souza, que pediu que ele continuasse até quando fosse possível, mas que entendia as suas necessidades.



