Os Ministérios do Meio Ambiente (MMA) e da Saúde (MS) reforçam aos interessados em viajar para unidades de conservação, em áreas de ocorrência da febre amarela, sobre a importância de tomar a vacina contra a doença.
De acordo com os órgãos, o período atual é responsável pelo maior registro de número de casos em grande parte do Brasil.
Unidades de conservação e locais com matas e rios, onde o vírus e seus hospedeiros ocorrem naturalmente, são identificadas como áreas de risco. A doença é transmitida somente pela picada de mosquitos infectados.
No caso de febre amarela silvestre (transmitia em ambiente silvestre), os mosquitos transmissores são o Haemagogus e o Sabethes; na febre amarela urbana, o Aedes aegypti é o transmissor. Porém, esse tipo não é registrado no Brasil desde 1942.




