
Silvia Fonseca, infectologista e pediatra do Sistema Hapvida
Se muitas doenças foram erradicadas no Brasil ao longo das últimas décadas, como exemplo a varíola e a poliomielite, o resultado é reflexo direto do Programa Nacional de Imunização (PNI), do Ministério da Saúde, que começou a ser promovido de forma massiva na década de 70, organizando e estabelecendo um cronograma para a vacinação em todo o País.
Pelo calendário de vacinas, todas as imunizações necessárias para a erradicação de doenças transmissíveis são planejadas atingindo desde a mais tenra idade, recém-nascidos, a jovens e adultos. Mas, as principais delas são previstas ainda na infância, à medida que aumentam os riscos de a pessoa se infectar.
“Quanto antes a gente fizer as vacinas, na sequência que já foram estudadas e referendadas pelos cientistas, antes a criança ficará protegida. Hoje, a gente tem uma série de vacinas que protegem contra doenças que eram muito comuns antes da era da vacina e que levavam à hospitalização, sequelas e até a morte, como por exemplo a poliomielite (paralisia infantil)”, explica a médica Sílvia Fonseca, infectologista e pediatra do Sistema Hapvida , sobre a importância de seguir o calendário de vacinação infantil.




