A médica infectologista do Sistema Hapvida, Silvia Fonseca, alerta sobre os perigos da doença
Depois da Covid-19, um outro vírus passa a dominar os noticiários: é a varíola do macaco, que, segundo a Organização Mundial da Saúde, já tem 257 casos confirmados no mundo. Aqui no Brasil, são dois casos em investigação e que acendem um alerta em relação à prevenção e às formas de transmissão.
A médica infectologista do Sistema Hapvida, Silvia Fonseca, explica que apesar de ser da mesma família do vírus da varíola comum, a varíola do macaco é mais branda.
“Esta doença causa febre, dor no corpo e aparecimento de gânglios e lesões, como se fossem pequenas bexigas, que surgem no rosto e se espalham para as mãos e plantas dos pés”, diz.
De acordo com ela, o período sintomático pode durar de uma a duas semanas. Depois disso, as feridas costumam desaparecer, sem deixar sequelas. “A não ser lesões na pele, que ao fazerem casquinha, deixam a pele descorada, do mesmo jeito que acontecia com a varíola e com a catapora”, afirma.




