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Veja alguns cuidados e dicas para o momento da escolha e compra do imóvel

Como a compra do imóvel envolve grande valor sentimental, é preciso ter cuidado e senso crítico

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Comprar
imóvel é o sonho de todo o brasileiro e a aquisição desse bem envolve um grande
valor sentimental e por isso, deve-se tomar muito cuidado e senso crítico,
negociando o valor e condições, principalmente se a unidade for nova.

Há sempre
boas ofertas disponível, unidades remanescentes ou distratadas que voltam ao
mercado com preços interessantes. “Isso ocorre porque não interessa ao
incorporador ficar com uma ou outra unidade de um empreendimento em estoque.
Além da desvalorização de seu capital, há o custo de manutenção”, explica o empresário e palestrante especializado no mercado imobiliário, Carlos José Berzoti.

Segundo ele, também é
preciso ler todas as cláusulas do contrato atentamente, inclusive sobre multas
e penalidades por não cumprimento de obrigações financeira, além de observar
qual o custo de ITBI e cartório, que hoje são de cerca de 5% do valor da
compra.

Outro ponto
que deve ser levado em consideração é o condomínio estimado. Afinal, trata-se
de uma despesa crescente, mas que sempre deve estar adicionada ao orçamento.
Hoje em dia, a maioria absoluta das pessoas quer saber o valor aproximado da
cota condominial. Para esses mais detalhistas, há empresas especializadas neste
segmento que podem, já no lançamento do empreendimento, apresentar uma
avaliação segura e real de custo.

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Às vezes, os
futuros compradores não possuem o valor à vista e optam pelo financiamento para
levantar o montante ao invés de ficar no aluguel. Para se ter uma ideia, ao
concluir a negociação é preciso ter pelo menos 20% de sinal a ser pago no ato
da compra e já assumir parcelas de financiamento. “Neste sentido, é preciso
avaliar bem a questão, pois aquela máxima que alugar um imóvel é jogar dinheiro
fora, nem sempre é verdadeira”, destaca Carlos.

Se você a
família possui as contas em dia ou é minimamente organizada, poderá se manter
ainda no contrato de locação, aplicando no mercado financeiro a diferença entre
o valor da prestação do banco e o aluguel. Ao final de dez anos
aproximadamente, chegará na quantidade necessária para a quitação, encurtado o
prazo de dívida em 20 anos, pois a maioria dos financiamentos imobiliários é de
30. 

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