Muita gente critica a atuação do Poder Legislativo em Franca, como ocorreu na última semana, com a aprovação do projeto do prefeito Gilson de Souza (DEM) criando 338 cargos e três secretarias municipais.
Mas, verdade seja dita, se for passado um pente fino em outras Câmaras, a quantidade de ideais inusitadas e de difícil compreensão é grande.
O sistema de cotas raciais para concursos públicos é sempre polêmico. Isso porque, segundo os opositores, brancos, negros, orientais têm a mesma capacidade de serem aprovados. Mas, ainda assim, o sistema é utilizado em diversos certames, assim como em processos seletivos de universidades. Normalmente, portadores de deficiência física também têm um percentual de 5% das vagas reservado.
Mas o vereador de Osasco, Tinha Di Ferreira (PTB), quer ir além nas cotas. Ele protocolou na Câmara Municipal daquela cidade um projeto de lei que prevê a criação de cotas para travestis em concursos públicos realizados pela prefeitura de Osasco.




