Novamente, a contenção da Prefeitura nos repasses para entidades assistenciais de Franca gerou polêmicas e conflitos na reunião da Câmara dos Vereadores, na tarde desta terça-feira.
Vários casos foram citados e o discurso foi convergente no sentido de que há promessas da administração mas, até agora, o dinheiro não chegou.
Um caso específico foi citado por Kaká (PSDB). A Pastoral do Menor de Franca, que é conduzida pela igreja Católica, mais especificamente pelo padre Ovídio.
O vereador afirmou que a promessa do repasse foi feita pelo gabinete e oficializada, mas nem assim aconteceu.
A Pastoral faz um importante trabalho social no Jardim Aeroporto III, onde são oferecida várias atividades no contraturno escolar a 150 crianças carentes daquele bairro e adjacências.
“Na reunião, tudo o que questionaram de documentação ao padre ele apresentou. Ficou tudo certo e o pagamento seria feito no dia dez de julho. O padre Ovídio ainda pediu que fosse firmado em ata e levou uma cópia. Mas ficou nisso, porque até agora os recursos não chegaram à Pastoral do Menor”, disse Kaká.
O presidente da Câmara, Marco Garcia, do PPS, citou outro exemplo, da entidade Amigos Solidários, cujo repasse foi autorizado pelo Legislativo em fevereiro mas que, até agora, não aconteceu.



