Os vereadores aprovaram, na 2ª Sessão Extraordinária deste ano, realizada hoje, projeto que cria duas FGs (Funções Gratificadas) que vão ser utilizadas para compensar dois servidores que hoje executam funções que não são atribuições suas.
As diferenças serão de 30% a mais nos vencimentos dos funcionários. O primeiro cargo é o de responsável pelo Arquivo Público, que é obrigatório a Câmara Municipal manter. Um servidor do setor Legislativo tem executado a tarefa sem remuneração, já que não é sua atribuição. O segundo cargo é o de tesoureiro, que é realizado por um contador da Câmara atualmente.
Votaram favoráveis ao projeto Adermis Marini (PSDB), Claudinei da Rocha (PSB), Radaeli (PMDB), Donizete da Farmácia (PSDB), Laercinho (PMDB), Vergara (PSB), Nirley de Souza (PP) e Pastor Otávio (PTB). Contra a matéria ficaram Cordeiro (PSB), Bahia (PTN), Marcelo Valim (PSD), Valéria Marson (PSD) e Zezinho Cabeleireiro (PPS). Márcio do Flórida (PDT) faltou à sessão e Marco Garcia (PPS) não votou por ser o presidente.
Garcia afirmou que, se o projeto não fosse aprovado, a Câmara Municipal teria de gastar altos valores com a contratação de mais dois servidores para cuidar do Arquivo Público e responder pela Tesouraria. “Com os salários e mais os encargos, sem dúvida que a conta ficaria bem mais alta. É uma medida que significará economia”, disse o presidente.



