Com o retorno dos
alunos das férias para o início do ano letivo, começam os preparativos para
preencher com lápis, caneta, borracha, folhas, tinta, entre outros itens, o
objeto de maior cobiça entre os estudantes: a mochila escolar.
De rodinha, bordada, com a estampa do astro ou do
personagem de desenho animado do momento, com cores vivas e atraentes, elas
podem ser as grandes vilãs da saúde das crianças e adolescentes que comumente
apresentam quadros de dores na coluna, por exemplo, sem nem ao menos desconfiar
da causa.
Para o médico fisiatra da Rede de Reabilitação Lucy
Montoro, César Abreu Akiho, a escola, os pais e os alunos devem trabalhar
juntos para evitar problemas. “Não adianta o professor checar o peso das mochilas
escolares se os pais não estiverem sensibilizados, não é somente a questão do
peso, é a qualidade do produto, como ele se ajusta junto ao corpo do estudante.
Esses detalhes, que muitas vezes passam despercebidos, podem ser determinantes
para uma vida mais saudável”, alerta Akiho.
Além de fiscalizar o peso diariamente, os pais devem
atentar para a qualidade do material, para a altura das alças ou o comprimento
do apoio, em caso de mochilas que possuem rodinhas.




