Uma lancheira nutricionalmente pobre pode resultar em menos energia para brincar, falta de concentração na aula e até uma imunidade mais frágil (Foto Arquivo)
A volta às aulas traz aquele alívio de rotina organizada para os pais, mas também reacende um dilema diário: o que colocar na lancheira das crianças?
Na correria da manhã, é tentador recorrer a biscoitos recheados, bolinhos de pacote e sucos de caixinha. O problema é que essa praticidade cobra um preço alto na saúde e no desenvolvimento dos pequenos.
Segundo Patrícia Ruffo, nutricionista e Gerente Científico da Divisão Nutricional da Abbott, os alimentos ultraprocessados enganam. “Ao optar por este tipo de alimentação, a criança pode deixar de ingerir nutrientes necessários para um crescimento saudável”, alerta a especialista.




