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Morre aos 72 anos, Carlos Alberto Torres, ídolo da Seleção Brasileira de Futebol

Vítima de enfarte fulminante, lateral direito no tricampeonato de 1970 morreu nesta terça-feira, 25

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Carlos Alberto Torres morreu nesta terça-feira, 25, aos 72 anos (Foto: Reprodução)

​O futebol brasileiro perdeu nesta terça-feira, 25, o lateral-direito que levantou a taça Jules Rimetdo tricampeonato de 1970 pela Seleção Brasileira, Carlos Alberto Torres. Ele morreu aos 72 anos, vítima de um enfarte fulminante.

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Atualmente ele era comentarista do SporTV.

Como jogador, Carlos Alberto conquistou uma penca de títulos. No Fluminense, clube de coração. onde começou a carreira, ganhou o Carioca em 1964, quando estourou, e depois, no seu retorno, os de 1975 e 1976, com a famosa Máquina montada pelo presidente eterno Francisco Horta. No Santos de Pelé, onde chegou em 1965, ainda garoto, e viveu o auge, atuando ao lado de craques como o próprio Rei doi Futebol, Edu e Clodoaldo, companheiros de tricampeonato mundial, levou a Taça Brasil em 1965 e 1968, o Torneio Rio-São Paulo em 1966, a Recopa Sul-Americana em 1968 e muitos campeonatos paulistas – 1965, 1967, 1968, 1969 e 1973.

Seja como lateral-direito, onde começou na base do Fluminense, seja como zagueiro, ele sempre desfilou pelos gramados uma classe com a bola nos pés em que não ficava para trás nem para um astro do nível de Franz Beckenbauer. Santos, Botafogo, Flamengo e New York Cosmos tiveram em campo a sua classe. Era reverenciado no mundo todo pelo seu passado. Depois, como treinador, o Capita, como era carinhosamente chamado, teve como pontos altos a conquista do Campeonato Brasileiro de 1983, pelo Flamengo, a Copa Conmebol, em 1993, pelo Botafogo, e o Campeonato Carioca pelo Fluminense, em 1984.​

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