O Prefeito de Franca, Gilson de Souza (DEM), que também acaba de ser eleito em um tumultuado pleito para a nova diretoria do Comam – Consórcio dos Municípios da Alta Mogiana tem pela frente duas oportunidades: colocar em prática seu já surrado discurso de “planejamento estratégico regional” e tirar do marasmo o consórcio de cidades, cuja finalidade muitos novos prefeitos ainda tentam entender.
Um exemplo em que Gilson de Souza pode atuar é o Programa de Apoio Tecnológico aos Municípios (Patem), iniciativa que financia serviços especializados que empregam a capacitação técnica do IPT na resolução de problemas técnicos em municípios de pequeno e médio porte sem recursos e/ou capacitação funcional.
Com resultado pífio para um estado que tem 645 municípios, o Programa atendeu a apenas oito cidades paulistas no ano passado. O Comam de Franca agrega 29 cidades das linhas da Anhanguera e Cândido Portinari.
Os projetos envolvendo a caracterização do meio físico e biótico do programa do IPT responderam por 75 % dos atendimentos do Patem, como cartas geotécnicas, áreas de risco, aterro sanitário e recuperação de áreas de proteção permanente, enquanto os demais 25% corresponderam a atendimentos relativos a atividades econômicas, como mineração e cerâmica.




