O cuidado com a probidade passa também pela possibilidade de ouvir quem contigo não concorda, ponderou Cortella
A Escola Paulista da Magistratura (EPM) realizou ontem (4) a palestra Probidade administrativa: entre a ética da política e a ética do bem, com exposição do professor Mario Sergio Cortella e a participação dos desembargadores Luis Francisco Aguilar Cortez, diretor da EPM; Fernando Antonio Torres Garcia, conselheiro da Escola; Luiz Sergio Fernandes de Souza, coordenador do evento; e Antonio Carlos Malheiros e do juiz Paulo Roberto Fadigas César, também coordenador do evento, entre outros magistrados e servidores.
Na abertura dos trabalhos, o desembargador Luis Francisco Cortez agradeceu o trabalho dos coordenadores e a participação de todos, em especial do palestrante, e ressaltou a importância do tema: “Nós, que realizamos um serviço público, precisamos estar diariamente comprometidos com essa ética do bem”.
Cortella iniciou a exposição salientando que ética é, acima de tudo, algo que se faz a partir da liberdade que se tem.
“O cuidado com a probidade passa também pela possibilidade de ouvir quem contigo não concorda, quem é capaz de fazer reparo à conduta, quem é capaz de, em uma discordância respeitosa, trazer um contributo ao modo de ação das pessoas”, ponderou.




