FISCALIZAÇÃO: O esquema teria possibilitado à organização criminosa investigada sonegar tributos federais estimados em em R$ 270 milhões
O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, a Receita Federal e a Polícia Rodoviária Federal deflagraram, na manhã desta segunda-feira (15/03), a segunda fase da Operação Arinna, focando especificamente na adulteração de combustível. O esquema teria possibilitado à organização criminosa investigada sonegar tributos federais estimados em em R$ 270 milhões.
Esta segunda etapa da operação decorre da análise dos dados fiscais e bancários que tiveram o sigilo levantado por decisão judicial. O Exame das informações permitiu identificar o caminho percorrido pelo dinheiro, desde os financiadores do esquema investigado até os principais beneficiários desses recursos.
Apurou-se que as empresas Sun Energy Indústria e Comércio, Importador e Exportador de Lubrificantes e Aditivos Eireli e Confidence Trading Comércio, Importação e Exportação de Produtos Químicos Eireli, alvos da primeira fase da operação, comercializaram, aproximadamente, R$ 82 milhões de Nafta.
As duas companhias obtinham autorização da Agência Nacional do Petróleo para aquisição de Nafta sob a justificativa de que o produto seria utilizado como insumo pela indústria petroquímica.




