Bebê privilegiado, nascido num ano em que os índices de nascimento foram os menores da história
A pandemia da Covid-19 vem causando um profundo impacto nas estatísticas vitais da população paulista.
Além das mais de 140 mil vítimas fatais atingidas pela doença no estado de São Paulo, o novo coronavírus vem alterando a demografia de uma forma nunca vista desde o início da série histórica dos dados estatísticos dos Cartórios de Registro Civil em São Paulo, em 2003.
Nunca se morreu tanto e se nasceu tão pouco em um primeiro semestre como neste ano de 2021, resultando na menor diferença já vista entre nascimentos e óbitos nos primeiros seis meses do ano. Esse tema foi abordado pelo Jornal da Franca (veja aqui).
Os dados constam no Portal da Transparência do Registro Civil, base de dados abastecida em tempo real pelos atos de nascimentos, casamentos e óbitos praticados pelos Cartórios de Registro Civil do País.




