
O Brasil tem hoje aproximadamente 40 mil crianças e adolescentes vivendo em abrigos. A violência doméstica, o abandono, a pobreza e a dependência química são um dos principais fatores que levam estas crianças para serviços de acolhimento.
Em 2016, o número de adoções foi de 1.226, segundo o Conselho Nacional de Justiça.
A legislação brasileira orienta que a prioridade é a permanência da criança com a família, porém quando ocorre a destituição do poder familiar, o Estado intervêm para garantia dos direitos sociais da criança e esta pode ser encaminhada à adoção.




