Dançarino, que foi trabalhar de entregador para enfrentar a crise, agora se sente duplamente prejudicado
Após ser derrubado e mordido por um porco em Franca (SP), o entregador Willian de Souza Rodrigues, de 43 anos, diz ter somente um objetivo: voltar a trabalhar.
Com a moto quebrada pelo animal e sem outra fonte de renda, o motoboy afirma estar apreensivo em relação ao sustento da família.
Segundo notícia publicada no portal G1, o motoboy, que atuava como professor de dança antes do início da pandemia, viu nas entregas uma oportunidade para ganhar dinheiro após ter as aulas suspensas.
Ainda que a mulher também trabalhe, Willian afirma que os gastos com aluguel e o bebê do casal, de 1 ano, não param de aumentar.




