Calçadistas de Franca estão impedidos de descartar resíduos no aterro sanitário da cidade – foto Fábio Júnior / EPTV
O vencimento do Certificado de Movimentação de Resíduos de Interesse Ambiental (Cadri) coletivo do setor calçadista desde setembro de 2018 impede o descarte de resíduos da produção de calçados no aterro sanitário de Franca.
A exigência do documento passou a ser feita pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) e pela Empresa Municipal para o Desenvolvimento de Franca (Emdef), responsável pela administração do aterro, em 24 de setembro.
A medida, de acordo com empresários do ramo, foi tomada sem aviso prévio. Eles pedem um prazo de ao menos seis meses para adequações, segundo José Carlos Brigagão do Couto, presidente do Sindicato das Indústrias de Calçados de Franca (SindiFranca).




