O jornalista Carlos Brickmann, falecido neste sábado (17), aos 78 anos, foi um dos mais brilhantes e premiados do seu tempo. O adjetivo brilhante é dado por seus conhecidos nos veículos de comunicação e o premiado é a verificação do que ganhou de reconhecimento com seus textos.
Em outubro, ele foi internado no Hospital Sírio-Libanês, na capital paulista, e não resistiu a um quadro infeccioso.
Natural de Franca (a 400 km de São Paulo), Brickmann era filho de médicos. Seu pai trabalhou por muitos anos na Santa Casa. No mapa do seu escritório, ele dividia o estado de São Paulo em Capital e Grande Franca.
Emprestou ao jornalismo 59 anos de sua história –muitos dedicados à Folha, onde iniciou a carreira, em 1963, aos 18 anos, no copidesque. Trabalhou na empresa durante três períodos ao longo de quase 30 anos.




