Apesar do Brasil ser líder no ranking de transplantes de órgãos, cerca de 49% dos familiares se recusaram a doar os órgãos do parente falecido no último ano, de acordo com a Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO).
Essa recusa se dá, principalmente, pela desinformação, além da não compreensão da morte encefálica (necessária para a doação) e outros motivos.
Mesmo que a pessoa em vida declare ser doadora de órgãos, a decisão final é da família, o que muitas vezes pode dificultar o processo.
Mas agora uma novidade apresentada pelo Conselho Nacional de Justiça em parceria com o Colégio Notarial do Brasil e o Ministério da Saúde pode mudar isso.




