O uso crescente da inteligência artificial (IA) por estudantes e profissionais tem despertado preocupações entre educadores, especialistas em tecnologia e gestores.
Se por um lado a tecnologia oferece agilidade, produtividade e soluções práticas para diversas tarefas, por outro, o uso indiscriminado pode comprometer o desenvolvimento do pensamento crítico e da autonomia intelectual.
Na rotina de trabalho, assistentes virtuais e ferramentas de IA já escrevem e-mails, criam relatórios, elaboram apresentações e até tomam decisões baseadas em dados.
Em ambientes acadêmicos, estudantes têm recorrido à IA para resolver exercícios, redigir textos e produzir trabalhos completos, muitas vezes sem sequer compreender o conteúdo.




