Presente na maioria dos lares brasileiros, o botijão de gás é parte do cotidiano das famílias, desde as primeiras horas da manhã, no preparo do café, até o momento do jantar. Por isso, é importante saber qual a procedência de cada peça, afinal, um acidente pode ser fatal e acarretar sequelas físicas e psicológicas aos presentes.
Um levantamento feito pelo Hospital da Restauração (HR), área central do Recife, revelou que mais de 60% dos queimados atendidos são vítimas de acidentes com gás clandestino e álcool. E, de acordo com reportagem da TV Globo da capital pernambucana veiculada em dezembro de 2017, grande parte se deu por conta do aumento de gás na cidade – o que favoreceu a venda de botijões clandestinos.
Regulamentada pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), a indústria do gás exige que cada revenda esteja em dia com uma série de documentações, como CNPJ, autorização do Corpo de Bombeiros e alvará da prefeitura. Com essas e outras informações, ela concede às revendas de gás uma classificação de acordo com dados como a capacidade de estoque.
“As pessoas que vendem o botijão de gás na rua, muitas vezes em bicicletas e motos, e que não têm CNPJ regulamentado e cadastrado na ANP, são clandestinas. E, por isso, não precisam se preocupar com os critérios exigidos pela agência”, explica Andressa Cabral, head of operations da Chama.




