O consumo de medicamentos sem prescrição médica, praticado por muitos francanos, é um hábito comum entre os brasileiros de forma geral e segue sendo motivo de preocupação para autoridades de saúde do país.
Dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e de entidades do setor farmacêutico indicam que a automedicação é praticada por grande parte da população, muitas vezes como forma de aliviar sintomas de forma imediata ou evitar idas ao médico, ainda que necessárias.
Analgesia, febre e gripes estão entre as principais razões para o uso de remédios sem orientação profissional. Produtos de venda livre, como analgésicos e antitérmicos, figuram no topo da lista dos mais utilizados, mas há também casos envolvendo medicamentos que exigem prescrição, como antibióticos e ansiolíticos, o que representa um risco adicional à saúde pública.
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