O recente caso do Museu do Louvre, que utilizava “Louvre” como senha para o próprio sistema de segurança, expôs um problema antigo e ainda amplamente negligenciado por empresas e usuários: a fragilidade das senhas e a ausência de políticas eficazes de governança digital.
Em plena era da inteligência artificial, da autenticação biométrica e dos sistemas avançados de proteção de dados, ainda é comum que organizações de grande porte e usuários comuns cometam erros básicos que comprometem a integridade de sistemas e expõem informações sensíveis.
Para o advogado Fernando Moreira, especialista em Direito Empresarial e doutor em Engenharia de Produção com ênfase em Governança e Compliance, o episódio “revela uma cultura de cibersegurança imatura e complacente, na qual a segurança digital é tratada como um custo de TI, e não como um pilar essencial da governança corporativa”.
Senhas reutilizadas




