O brasileiro está mais conectado do que nunca, e isso está custando caro em termos de qualidade de sinal.
Segundo dados da pesquisa TIC Domicílios 2025, divulgada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), 86% dos domicílios brasileiros já têm acesso à internet.
Também o uso da fibra óptica cresceu 8 pontos percentuais em apenas um ano, chegando a 73% das conexões fixas residenciais. Mas ter uma conexão rápida contratada não é garantia de estabilidade dentro de casa.
A raiz do problema, segundo especialistas, está na superlotação da rede doméstica. Smart TV, notebooks, celulares, tablets, consoles de videogame, câmeras de segurança, assistentes de voz como a Alexa.




