Papel + bactérias = energia.
Assim poderíamos resumir a fórmula
por trás de uma nova tecnologia que muitos especialistas estão dizendo ser
“revolucionária”, além de barata e renovável. Ela foi apresentada
nesta semana no 256º encontro nacional da Sociedade Americana de Química.
Trata-se de uma bateria feita de papel
e alimentada por micro-organismos, que pode ser ativada através do contato com
a água ou com saliva. Segundo seus criadores, esses dispositivos poderiam ser
utilizados para fornecer energia a áreas remotas ou regiões pobres, locais onde
um chuveiro elétrico é um artigo de luxo.
A equipe de cientistas responsável
pela inovação pesquisa essa área há anos na Universidade de Binghamton, no
Estado americano de Nova York. Eles já conseguiram melhorar o tempo de
armazenamento das biobaterias – hoje de quatro meses – e têm trabalhado para
fazer com que elas consigam gerar quantidade maior de energia.




