O Jornal da Franca chega ao seu terceiro ano de existência reafirmando a proposta de seus idealizadores de manter a ética no exercício diário de seu importante papel social, trazendo à reflexão o leitor que o acompanha diariamente, aliás, numa audiência cada vez mais crescente.
Os compromissos se renovam a cada momento, até mesmo porque eles são o norte de uma atuação diferenciada em relação à maioria da imprensa do Interior do Brasil, sempre extremamente dependente dos poderes constituídos, já que muitos dos empresários da área – como bem se observa atualmente em Franca – optam pelo adesismo e pelo patrocínio casuístico de sua linha editorial.
O Jornal da Franca não tem a pretensão de ser a única voz da verdade – até porque, acredita na imprensa saudável que sempre deveria estar permeando as linhas editoriais dos órgãos de imprensa. A maioria dos seus principais editores e redatores são da escola do jornalismo feito com garra e baseado num único propósito – de ser a voz provocativa de um debate saudável dos fatos e atos que afetam diretamente a vida em comunidade.
São tempos difíceis. Calcado numa linha editorial séria e propositiva, ao mesmo tempo em que, provocativa, o Jornal da Franca, ainda nesta edição, divulga o fim da história do Jornal “A Idade”, da vizinha Ribeirão Preto, que sucumbiu a constantes e sucessivas crises econômicas e do mercado editorial e da mídia impressa.




