Depoimentos de vítimas poderão ser provas suficientes para embasar uma investigação e depois tentar condenar acusados de crimes sexuais.
A avaliação é do Ministério Público de Goiás e de outros integrantes de uma força-tarefa iniciada nesta segunda-feira (10) para receber os relatos e investigar os casos de denúncias contra o médium João Teixeira de Faria, 76, conhecido como João de Deus.
No sábado (8), 13 mulheres relataram ao programa Conversa com Bial, da TV Globo, e ao jornal O Globo terem sido abusadas sexualmente por ele, que mantém a Casa Dom Inácio de Loyola, em Abadiânia, no interior de Goiás.





