
O dia 29 de agosto de 2018 era mais um dia normal da
rotina de Gustavo Henrique Silva, 22 anos, que seguia com sua moto rumo à
faculdade pela manhã. Poderia ter sido uma fatalidade. Mas foi a
irresponsabilidade de uma motorista, ao não respeitar o sinal de parada
obrigatória, que por pouco não tirou a vida de
Gustavo.
Quase um ano depois do acidente, no qual Gustavo teve
traumatismo cranioencefálico grave, politraumatismos, derrame pleural e vários
ossos das mãos quebrados, além de dias de coma e amnésia grave, o jovem sofre
ainda as consequências desse dia trágico.




