
Inteligência artificial é um tema polêmico. Em meio ao desenvolvimento de sistemas baseados em machine learning, capazes assumir tarefas cada vez mais sofisticadas e de melhorar com a “prática”, surgem dúvidas para profissionais, organizações e gestores públicos: em quais postos as máquinas não vão nos substituir?
IA vai gerar mais empregos do que vai destruir? O que estudar, nesse tipo de mercado de trabalho? Isso sem mencionar cenários mais sombrios, com sistemas inteligentes ganhando mais autonomia (e imprevisibilidade), sendo usados como armas ou sendo hackeados com fins malignos.
O pesquisador Álvaro Machado Dias, da Unifesp, prefere não projetar um cenário tão drástico.




