
A pandemia do coronavírus levou muitos trabalhadores ao home office, aumentando a demanda por aplicativos de videoconferência. Hackers, de olho na popularidade desses serviços, começaram a criar apps falsos com o objetivo de roubar dados e até dinheiro das vítimas.
Um estudo feito pelo dfndr lab, da empresa de segurança digital PSafe, identificou uma série de golpes que usam aplicativos falsos de chamadas por vídeo. De janeiro para cá, mais de 44 mil pessoas foram vítimas desses ataques, de acordo com os pesquisadores.
Apps como Zoom, Skype, Slack e ofertas do Google são as principais iscas dos cibercriminosos, que usam indevidamente a marca de serviços populares com o objetivo de enganar pessoas. Quem acaba instalando um aplicativo falso pode tanto ter credenciais vazadas, como até mesmo informações pessoais e bancárias.




