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Abolição da Escravatura: dia passa em branco na escolas e entre a comunidade negra

Negros não comemoram o Dia da Abolição da Escravatura, pois preferem Zumbi dos Palmares

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Escravos reunidos em uma fazenda de café no Brasil, 1885

​Na semana em que se comemora o Dia da Abolição da Escravatura – que não teve nenhuma comemoração oficial na cidade, nesta sexta-feira, 13 – o Prefeito de Franca, Alexandre Ferreira, através da Portaria 120, nomeou membros para completar a composição do Conselho Municipal de Participação e Desenvolvimento da Comunidade Negra de Franca – Condecon.

Foram nomeados os seguintes representantes:

OAB – Ordem dos Advogados do Brasil, Subseção de Franca – Suplente – Hélio de Moura.

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UNESP – Suplente – Professora Márcia Pereira da Silva.

 UNIFRAN – Universidade de Franca – Titular – Anderson Luiz Venâncio e Suplente – Júlio César Domenciano.

Faculdade de Direito de Franca – Titular – Deyvid Francisco Silva Mazeo e Suplente – Elza Mendonça Gomes Cintra

Sem comemoração

Trabalho escravo no Brasil de hoje

Estima-se que 30 mil pessoas ainda vivem em condições análogas ao trabalho escravo, a maioria deles, negros. 

O Pará é a região que mais possui esse tipo de prática, em média 70% do total, seguido pelos estados de Minas Gerais e Tocantins, segundo informações do Ministério do Trabalho e do Emprego. 

O Brasil carrega ainda muito da época escravocrata, principalmente no interior do país. 

Felizmente, muitos destes trabalhadores conseguem se libertar graças a ações de fiscalização, entretanto, há ainda centenas de cidadãos que se encontram nesta situação. 

Por isso, ainda é necessário ações públicas e governamentais mais eficientes, corajosas e rigorosas para enfrentar os “escravistas modernos”.

Cesar Colleti

O que acontece e como acontece em Franca e região