
O uso da internet durante a pandemia do novo coronavírus aumentou 70%. E com tanta gente online, criminosos digitais encontraram terreno fértil para agir.
De acordo com a McAfee, empresa global de segurança digital, no período da Covid-19, já houve quase 4 milhões de detecções maliciosas no mundo. Por segundo, são verificadas, em média, seis novas ameaças. E o Brasil é o nono país menos seguro.
“As pessoas têm comportamentos que podem ser explorados pelos criminosos. Como a crise que a gente passa é relacionada à saúde, houve um desespero por informação, que foi aproveitado por atores maliciosos através de sites e aplicativos falsos. Além disso, a intensificação das transações financeiras via internet criou mais pontos de vulnerabilidade. E lidar com esses riscos é um aprendizado, pois as ameaças dão pequenos sinais, que são percebidos por quem está atento”, explica Walter Gaspar, pesquisador do Centro de Tecnologia e Sociedade (CTS) da FGV Direito Rio.




