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Banco do Brasil pede para romper contrato com a Câmara de forma amigável

Presidente da Câmara de Franca decretou a rescisão unilateral por banco não cumprir com o prometido

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​O Banco do Brasil ingressou com ofício público na Câmara Municipal de Franca solicitando que o rompimento do contrato entre o Poder Legislativo e o BB ocorra de forma “amigável”.

No documento, o banco pede que não sejam aplicadas penalidades contratuais previstas quando da contratação do BB pela Câmara para a administração dos recursos oriundos do duodécimo do Legislativo e dos pagamentos dos colaboradores e fornecedores da Câmara.

O contrato previa que as operações ocorressem sem o pagamento de tarifas, ou seja, com isenção total, Ocorre que, quando seriam iniciadas as operações, o banco voltou atrás e determinou a cobrança de valores. O presidente Marco Garcia (PPS), de imediato, decretou a rescisão unilateral do contrato por descumprimento pelo banco.

A justificativa do Banco do Brasil é que a proposta foi apresentada em outubro, com validade legal de 60 dias, e que as operações com a Câmara só seriam iniciadas em fevereiro, passado o período previsto, o que gerou determinação interna para que as tarifas fossem cobradas normalmente – o que não foi aceito por Marco Garcia.

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O banco aguarda agora a manifestação da Câmara sobre o “perdão” da aplicação de penalidades contratuais. As mesmas não foram divulgadas no ofício do Banco do Brasil.

Cesar Colleti

O que acontece e como acontece em Franca e região