Só no estado de São Paulo, o 1º semestre do ano foi o segundo com mais mudanças de nome e sexo desde 2018
Desde a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em junho de 2018, que reconheceu o direito de transgêneros e transexuais de adequarem sua identidade percebida à identidade real em seus documentos de identificação, é a primeira vez que o Brasil registra em um semestre o maior número de pessoas que mudaram o nome e o sexo em Cartório de Registro Civil.
Nos primeiros seis meses de 2022, foram 1.124 alterações, 43,7% a mais que no ano passado com 782 registros.
Só no estado de São Paulo, o 1º semestre do ano foi o segundo com mais mudanças de nome e sexo desde 2018. O número é 23,5% maior que o registrado no ano de 2021.




