O presidente da AEC- Castelinho (Associação dos Empregados no Comércio), João Carlos de Vilhena, protocolou documento na Câmara Municipal de Franca solicitando que sejam tomadas providências pelos vereadores junto à Prefeitura, no sentido de interceder para evitar o assoreamento da represa existente na propriedade do clube.
João Carlos argumenta que loteamentos existentes nas proximidades da represa não têm feito as obras necessárias para contenção de drenagem das águas das chuvas e que isso tem prejudicado a represa. “Há ocorrência de sérios danos patrimoniais e ambientais”, diz o documento.
O presidente do Castelinho contratou ainda um profissional para elaborar um lado técnico de um engenheiro agrônomo, que apontou para o assoreamento causado por ações como movimentação de solo para nivelamento dos terrenos, quedas de barramentos dos córregos e até a dispensa de lixo doméstico no local.
A solicitação do Castelinho, que está endereçada ao presidente da Câmara Municipal, vereador Marco Garcia (PPS), deverá ser apreciada no retorno do recesso parlamentar, no início de fevereiro próximo.








