Usuários e empresas
brasileiras ainda são vítimas de fraudes com pretexto de suporte técnico. De
acordo com um estudo feito pela divisão de Crimes Digitais da Microsoft em
vários países, o número de golpes bem sucedidos do tipo no Brasil caiu entre
2016 e 2018, mas 66% das pessoas já tiveram contato com a prática.
Dos casos
registrados este ano, 5% resultaram em perda de dinheiro, menos do que os 12%
de 2016.
Nesses esquemas criminosos, um hacker se passa por um
profissional de suporte de uma grande empresa de tecnologia. Por telefone,
e-mail ou janelas no próprio navegador, ele aborda um cliente afirmando que seu
computador ou celular está infectado. O objetivo geralmente é ganhar acesso
remoto ao dispositivo.
Segundo
os relatos, o golpe mais frequente acontece com as pop-ups ou janelas que
surgem em sites, atingindo 44% dos usuários. Em seguida, estão os e-mails não
solicitados, com 37%. Boa parte dos brasileiros apenas ignoraram a tentativa
dos hackers (43%), mas uma parcela seguiu com o contato fraudulento, mesmo que
sem consequências financeiras (19%). Outros sequer interagiram com o fraudador
(34%).




