O encerramento dos desfiles de Sete de Setembro em Franca ganhou uma novidade. Além do Corpo de Bombeiros, Tiro de Guerra, representantes da Prefeitura, do esporte e das escolas, este ano, houve a apresentação de um grupo de escola de samba na Avenida Presidente Vargas.
Nada contra os passistas e ritmistas que se apresentaram, afinal, o Carnaval é uma tradição brasileira. Mas fica a pergunta de qual a ligação entre uma escola de samba e um ato oficial de civismo, alusivo à Independência do país?
A iniciativa rendeu críticas ao prefeito Gilson de Souza (DEM) e à FEAC – Fundação Esporte, Arte e Cultura – que organizou as apresentações. “Tudo tem sua hora. Aqui não é o lugar e o momento para uma escola de samba. Mas a culpa não é dela, é de quem teve a ideia”, afirmou. João Ricardo Mendes, que acompanhou todo o desfile.
Na internet, o prefeito também não foi perdoado. Um vídeo foi postado no Facebook e WhatsApp e ganhou as redes sociais de muitos francanos. Os comentários, em sua grande maioria, foram de desaprovação.




