
A maioria dos algoritmos de inteligência artificial usa um sistema conhecido como deep learning. Esse modelo tem como base dar a um computador milhares de imagens de gatos até a máquina conseguir reconhecer um gato.
Empresas como Google, Facebook, Microsoft e IBM usam esse sistema para criar suas aplicações de IA. Mas há algumas outras empresas ao redor do mundo que tentam criar um computador inteligente de outra forma.
É o caso da Cortica. A startup israelense, fundada em 2007, desenvolveu um sistema com o objetivo de imitar o córtex cerebral. A ideia surgiu em 2003, no instituto israelense de tecnologia Technion.




